Como funciona
O Gerador de UUID cria identificadores UUID (Universal Unique ID) no padrão da RFC, com opções de formatação (hífens, maiúsculas, JSON, separador), geração em lote, colagem para validação e export. Cálculo e saída ficam no seu navegador.
- UUID v1: baseado em relógio e identidade de nó; dá ordem aproximada de criação. Nesta implementação o “nó” não expõe MAC de hardware de forma clássica — trate como identificador temporal, não como prova de dispositivo.
- UUID v3: deriva de namespace + nome com hash MD5 (legado). O mesmo par namespace+nome gera sempre o mesmo UUID.
- UUID v4: 122 bits de aleatoriedade; opção padrão para chaves opacas. Use fonte criptograficamente segura do ambiente.
- UUID v5: como o v3, porém com SHA-1 — hoje costuma substituir o v3 na prática para nomes determinísticos.
- UUID v7: combina timestamp Unix em milissegundos com aleatoriedade; boas para ordenação lexicográfica próxima à ordem de criação em bancos e índices.
- Namespaces RFC: DNS, URL, OID, X.500 etc. são UUIDs fixos que ancoram o nome que você digita — dois sistemas que usam o mesmo namespace e o mesmo nome produzem o mesmo v3/v5.
- Validação: verifica variante, versão e formato do texto colado.
- Seed para testes: quando disponível, serve apenas para reproduzir sequências em desenvolvimento — não use como substituto de aleatoriedade criptográfica em produção.
- Lote: há limite máximo por geração para proteger o navegador; valores muito altos podem demorar em máquinas lentas.
Para APIs e filas, prefira padronizar uma versão por domínio do sistema e manter observabilidade dos IDs emitidos para facilitar rastreio de eventos e debug.
Veja também: Gerador de JWT (debug) para testar tokens e Formatador de JSON/XML para inspecionar payloads.